Música de quinta

Postado por Ana, Isa e Mila

     Quinta? Só por que é quinta-feira, não quer dizer que a música é de quinta categoria. Muito pelo contrário, queremos mostrar músicas de primeirissima qualidade (:  Nosso objetivo é apresentar bandas diversas, pra todos os gostos, que é pra ninguém botar defeito. Aceitamos sugestões, afinal vocês são essencias nessa busca por sons contagiantes. E diferentes. 



Cinco bandas nacionais com nomes “estranhos” das cinco regiões brasileiras.

Los Porongas  – Acre, Norte.
A banda atualmente reside em São Paulo, mas foi fundada no Acré. “Poronga” é um nome indigena que significa “beleza” mas também é o nome de um instrumento artesanal feito de aluminio que fica nas cabeças dos seringueiros para iluminar as estradas que estes usam quando vão trabalhar. O que me leva a conclusão de que a banda, além de ser uma beleza também ilumina o cenário musical brasileiro sem se desprender de suas origens hehe
(Escute : enquanto uns dormem, nada além, lego de palavras)




Móveis coloniais de Acaju – Brasília, Centro-Oeste
Quem nunca estou a famosa frase “A gente se deu tão bem que o tempo sentiu inveja...” da música “O tempo” da banda Móveis coloniais de Acaju? A música tá bombando até nas salas de cinema –pelo menos do cinemark- e não é a toa. Os caras fazem um som alternativo, que eu, particularmente, amo. Sem contar os videoclipes maravilhosos que interagem com o público...
(Escute: o tempo, seria o rolex, menina-moça)

*abaixo, parceria da banda com Leoni*



Graveola e o Lixo Polifônico – Minas Gerais, Sudeste.
 Com o albúm intitulado “Eu Preciso de um Liquidificador” já dá pra perceber que a banda carrega veemente o bom humor.  Em meio a uma mistura louca de tanto estilos musicais, a banda toca do rock ao samba. ..diferente do que estamos acostumados a ouvir. Vale a pena escutar.
(Escute: suprasonho, amaciar dureza, desencontro)




Graforréia Xilarmônica – Rio Grande do Sul, Sul.
 A banda gaúcha foi formada em 1987 e ainda é bem respeitada no cenário musical.  É que os caras pararam durante um tempinho e depois voltaram. De acordo com o wikipédia, o nome foi escolhido aleatoriamente pelos integrantes que decidiram atráves de um dicionário. E que nome... um dos mais “esquisitos” que já vi.

(Escute: amigo punk, nunca diga, meus dois amigos)





 

Pirigulino Babilake – Bahia, Nordeste.
 Representando nossa querida "Bahêa", a banda faz parte do cenário alternativo baiano e talvez por isso  AINDA não seja tão conhecida assim. O grupo toca vários estilos e em suas músicas é notavel tamanha pluralidade.
(Escute: guarda-chuva, coisa de mulher, no osso)





Bom som pra vocês, Camila.




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